Rivais provocam o Boca

junho 6, 2008

Torcedores do River Plate não perderam tempo para provocar o Boca Juniors.

A diretoria do Velez Sarsfield também não perdeu tempo, e colocou, novamente para venda, a camisa retrô do clube, semelhante a do Fluminense.

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Fluminense 3×1 Boca Juniors – Semifinais da Copa Libertadores

junho 6, 2008

Não vi o jogo. Uma pena, pois talvez eu tenha perdido, com toda certeza, um dos melhores jogos deste ano. O Fluminense está fazendo uma bela história na Copa Libertadores da América. Eliminou justamente os dois grandes favoritos para levantar a taça mais cobiçada do continente sul-americano: São Paulo e Boca Juniors. Por isso, é difícil crer que o Fluminense esbarre suas pretensões na LDU, que tem um bom time, mas é inferior técnicamente em relação aos cariocas. Mas nada está ganho. Fluminense é favorito sim, mas favoritismo não ganha jogo, e o próprio Fluminense provou isso, ao enfrentar os favoristos São Paulo e Boca Juniors, times de maior tradição no torneio em relação ao Fluminense. No entanto, se o time comandado por Renato Portaluppi (Gaúcho), ídolo do Grêmio e  do Fluminense, manter a seriedade que vem mostrando, dificilmente perderá esse título e se sagrará a nona equipe brasileira a ser campeã continental.

O Boca saiu na frente no placar, aos 12 minutos do segundo tempo, num cruzamento de Datalo para Palermo fazer o gol de cabeça. Neste momento, o torcedor do Fluminense deve ter pensado na possibilidade do pesadelo, que várias equipes brasileiras tiveram num mata-mata diante do Boca Juniors, fosse repetir no Maracanã. Nada! O Fluminense parece estar com estrela. Assim como ocorreu após o gol de Adriano no Maracanã, ou o gol de Riquelme em La Bombonera, o Fluminense não demorou para empatar. Cinco minutos depois, Washington fez um belo gol de falta. E assim como ocorreu nas partidas anteriores, o Fluminense não sentiu o gol adversário e conseguiu superar a pressão do tempo. Já o segundo gol, foi algo típico de um time que tem sorte de campeão. Isso porque Conca recebeu a bola de Dodô, avançou em velocidade para a área dos argentinos, foi cruzar a bola para área, mas ela foi rasteira e bateu em Ibarra, enganando Migliore. E aos 47 minutos, Palácios tenta sair para o contra-ataque, mas erra o passe, e Dodô pega a bola, invade a área, dribla e faz o terceiro gol, matando todas as esperanças do Boca Juniors. Fluminense, finalista da Copa Libertadores, 3×1, contra o favorito Boca Juniors.

A vitória do Fluminense não foi bem dirigida pelos integrantes do Boca. Entre eles, o técnico do clube argentino, Carlos Ischia, disse que o Fluminense teve sorte de chegar à final. A mesma atitude teve o principal jornal esportivo da Argentina, o Olé. Sinceramente, isso é um choro. Pelo que eu vi, o Boca Juniors me deu a impressão de ter mais volume de jogo no Maracanã. Eu acho que, tanto nos jogos diante do São Paulo e do Boca Juniors, o Fluminense, somando o total de 180 minutos de cada confronto, obteve menos volume de jogo do que os adversário. No entanto, isso não quer dizer que o Fluminense não seja merecedor da vitória. Claro que é. O sucesso foi conquistado dentro de campo, e o tricolor carioca teve méritos de aproveitar as suas oportunidades. Um time pode chutar 99 vezes ao gol, mas se perde o jogo para um adversário que chutou apenas uma vez ao gol, e consegue abrir o marcador, a derrota é merecida, uma vez que o adversário foi mais eficiente. Futebol é simples assim. Riquelme também foi duramente criticado pelo Olé, tanto é, que foi chamado de “Riquelminho”. Acho tais críticas totalmente injustas. Sem Riquelme, não sei se o Boca chegaria às semifinais, e nem seria campeão da Libertadores de 2007. Vale lembrar que o jogador sentia dores na coxa direita, e pode ter jogado no sacrifício, o que facilitaria, e muito, a marcação do Fluminense, principalmente, a de Arouca. Riquelme ainda é o melhor jogador em atividade no futebol sul-americano.

 

“Não posso esquecer de lembrar e agradecer o apoio que recebi do Zico e da torcida do Grêmio. Eu recebi muitos recados de gremistas e sou muito grato por isto “ – Essas foram as palavras de Renato, após o jogo. Um profissional que já fez uma brilhante história como jogador, e agora, escreve outra bela história como técnico.

Renato Portaluppi já foi Campeão da América e Campeão do Mundo pelo Grêmio, como jogador. Agora, busca o Bi em ambas as competições como técnico do Fluminense. Boa sorte, Renato!


Riquelme com dores

maio 29, 2008

Riquelme é dúvida para a partida no Maracanã. O jogador sente dores na coxa direita e fará tratamento intensivo. Se Riquelme não jogar, aí eu acho muito difícil o Fluminense perder essa vaga para final. Mas acho que joga sim, mesmo que seja no sacrifício. Outra coisa. Arouca até chegou junto em Riquelme em algumas jogadas, mas no resumo da obra, levou um baile. Riquelme conseguiu se movimentar com maior liberdade no decorrer do jogo. É algo para o Renato pensar no que fazer. Já Battaglia tem um estiramento na coxa direita, e também não sabe se joga.


Boca Juniors 2×2 Fluminense – Semifinais da Libertadores

maio 29, 2008

Bom empate do Fluminense contra o Boca Juniors, em Buenos Aires. O jogo não foi na tradicional La Bombonera, mas o estádio do Racing, em Avellaneda, também pode se tornar um alçapão. E mesmo assim, o Fluminense conseguiu um ótimo resultado. Não só pelo empate, mas por ter feito dois gols fora de casa. Ou seja, o Fluminense já começará a partida no Maracanã classificado, e bastará manter essa vantagem.

O jogo começou com o Boca decidido a fazer pressão no Fluminense, marcando a saída de bola do Tricolor Carioca, que teve uma dificuldade inicial de tocar a bola por conta da pressão dos argentinos. Mesmo assim, Thiago Neves chutou ao gol de Migliore, goleiro reserva que estava no lugar de Caranta, mas a bola passou ao lado da trave. E aos 11 minutos, o Boca saiu na frente com gol de nada mais e nada menos do que Riquelme. Foi um lindo lance, de um time que sabe tocar a bola. Palermo recebe um passe, lança a bola para a esquerda da área de Fernando Henrique, Palácios recebe e passa para Riquelme livre (ou seja, sem Arouca) para fazer o gol.

No entanto, o Fluminense reagiu rápido. Um pouco antes de 15 minutos, Thiago Neves cobra a falta para Thiago Silva para o gol e empatar a partida. Muito importante esse gol e chegou na hora certa, pois não deu tempo do Boca crescer e do Fluminense começar a sentir o primeiro gol. Boca decidiu apertar novamente, Chavez acerta a trave de Fernando Henrique, Dátalo também arrisca perigosamente ao gol do Fluminense. Mesmo assim, o Fluminense contou com uma noite brilhante de seus dois Thiagos. O Thiago Neves jogou muito bem. Não rifou a bola, mesmo com a forte marcação do Boca, o camisa 10 do Fluminense sempre procurava tocar a bola com qualidade e para os seus companheiros. Enquanto isso, Thiago Silva tirava tudo que era possível da área do Fluminense. Sendo assim, o primeiro tempo terminou em 1×1.

No segundo tempo, o Fluminense começou a cometer um erro que geralmente, os clubes brasileiros cometem diante do Boca em Buenos Aires. Recuar demasiadamente. O Fluminense recuou demais, e obviamente, o Boca pressionou como nunca. O Fluminense não conseguia formular um contra-ataque, a bola era mandada para frente e voltava próximo à área carioca. Washington, herói da partida contra o São Paulo, desta vez não brilhou e sumiu perante a marcação xeneize. Outra coisa que me chamou a atenção foi o pedido do Fluminense em sofrer um gol de cabeça de Palermo. O maior goleador do Boca subiu três ou quatro vezes sozinho e cabeceou. Mas além de um pouco de sorte, o Fluminense contou com a boa fase de Fernando Henrique, que fez boas defesas no segundo tempo.

Mas Riquelme… Depois de muito lengalenga na cobrança de falta, Riquelme bateu com categoria e ainda contou com desvio, matando quaisquer chances de Fernando Henrique defender. 2×1 Boca. Aí o Fluminense fez o que deveria ter feito antes de sofre o segundo gol: ir para cima e não apenas se defender. E aí, o primeiro duelo entre Thiago Neves e Migliore, quando o camisa 10 chuta, e o goleiro reserva do Boca dá rebote para Washington, até então sumido, mas chutou fraco. Depois Dodô entrou no lugar do Coração Valente. Uma opção acertada de Renato Gaúcho, pois Dodô tem mais habilidade para desvencilhar da marcação adversária e maior velocidade. Mas foi Thiago Neves, de novo num duelo com Migliore, que apareceu e empatou a partida, aos 31 minutos. É bem verdade que Migliore deu uma “mãozona” num frango para entrar na história, mas Thiago Neves teve méritos de chutar fora da área, que é uma arma que precisa ser mais utilizada em situações de forte marcação. Depois, mais Fernando Henrique, mais Thiago Silva para segurar a pressão do Boca. Para reforçar a marcação, Renato Gaúcho tira Thiago Neves, que dava a impressão de cãibra, para entrada de Roger. E o Fluminense conseguiu segurar o ótimo resultado: 2×2

O resultado é muito bom. Mas o Fluminense terá que jogar com inteligência no Maracanã. Não recuar demais segurando a vantagem, é preciso atacar, mas ao mesmo tempo, não descuidar da marcação. E vale lembrar que 2×2 foi o mesmo placar que o Atlas obteve nas quartas-de-final, e o Boca venceu no México com o placar de 3×0. Ou lembrar do Paysandu em 2002, que venceu o Boca em La Bombonera por 1×0, mas viu o seu sonho ruir na derrota por 4×2 em Belém. O Fluminense está perto da final, mas o Boca ainda é perigoso.


Boca Juniors x Fluminense – Semifinais da Libertadores

maio 28, 2008

Brincadeiras à parte. Fluminense tem time sim para bater o Boca Juniors nestas semi-finais da Copa Libertadores da América. Trata-se de um confronto equilibrado, o Fluminense tem uma excelente defesa (Tiago Silva é o melhor zagueiro do Brasil, ao lado do Miranda, para minha opinião), tem um belo meio-de-campo formado por Conca e Thiago Neves, a dupla de volantes Ygor e Arouca e um excelente atacante Washington, com o direito de ter Dodô como opção de jogo. Renato Gaúcho tem um bom plantel, que superou a experiência do São Paulo nas quartas-de-final. Mas além de experiência, o Boca tem mais time do que o São Paulo. O clube seis vezes campeão da Libertadores tem uma boa dupla de atacantes, que jogaria em qualquer clubes brasileiro: Palermo e Palácios.

Ainda fazem piadas de Palermo, por errar três pênaltis, na Copa América de 1999, entre Argentina e Colômbia. Porém, o que poucos se lembram, é que Palermo é o maior artilheiro da história do Boca Juniors, superando os 180 gols de Francisco Varallo, artilheiro xeneize da década de 1930. No jogo diante do Atlas, no México, pelas quartas-de-final da Libertadores, Palermo fez três gols da vitória do Boca por 3×0 e levou o clube argentino para a semifinal. Outro grande jogador é Palácios, que não vem jogando tão bem quanto o ano passado, está errando gols bobos, mas é ainda um atacante perigoso, com velocidade e habilidade.

O Boca também tem Maidana que joga muito bem na lateral-direita, as subidas perigosas de Moriel Rodriguez, a força de Battaglia, Dátalo e outros bons jogadores. Ou seja, o Boca tem jogadores qualificados em todas as posições, além da experiência, que lhe dá frieza quando necessário e uma inteligência constante no decorrer do jogo.

E a maior arma do Boca está simplesmente no maior jogador em atividade das Américas. Juan Román Riquelme. Para mim, o melhor camisa 10 do mundo. O camisa 10 clássico, aquele que cadencia o jogo, tem toque de bola de qualidade, parece lento, mas é fatal em suas jogadas, perigoso em bolas paradas e é o cérebro do time na armação das jogadas. Riquelme desequilibrou as final da Libertadores de 2000 e 2007, quando o Boca superou, respectivamente, Palmeiras e Grêmio.

No entanto, não obteve sucesso na Europa. Sua passagem no Barcelona foi muito aquém do que se esperava, teve um lampejo no Villarreal, ao levar o “submarino amarelo” às semifinais da Uefa Champions League de 2005-2006, mas parou no Arsenal, que fez a final contra o Barcelona. Mas no Boca Juniors, Riquelme é simplesmente o melhor jogador do clube e a principal arma para a conquista do sétimo título sul-americano, feito que só o Independiente conseguiu até o momento.

Enquanto isso, o Fluminense é uma grata surpresa em Libertadores. Pensando bem, não é surpresa aqui no Brasil, afinal, o Fluminense é um time grande e apto para fazer história na competição sul-americana. Mas em outras localidades da América do Sul, o Fluminense é desconhecido. No entanto, se o problema é a falta de experiência em Libertadores, então o Fluminense tem duas grandes armas, que marcaram história no Grêmio. Um se trata de Renato Portaluppi, ou popularmente chamado de Renato Gaúcho. Ídolo do Grêmio, craque que fez dois gols que deram ao Grêmio o título de Campeão do Mundo, e é Campeão da América, ambos em 1983 e também foi vice-campeão da Libertadores de 1984. Outro jogador se trata de Roger, zagueiro. Jogou no Grêmio de 1993 a 2003, foi campeão da Libertadores de 1995 e possui sete (seis pelo Grêmio e uma pelo Fluminense) participações no torneio, se tornando o Brasileiro que mais jogou a Libertadores.

Fluminense também tem uma boa zaga, e no setor, está Tiago Silva, que para minha opinião, é o melhor zagueiro do Brasil. O Fluminense sofreu apenas seis gols em 10 jogos, enquanto o Boca sofreu 13. A defesa ainda conta com uma boa fase do goleiro Fernando Henrique, que é muito criticado às vezes, mas nesta Libertadores está bem e também as boas atuações de Luiz Alberto. No meio, o Fluminense conta com o habilidoso Thiago Neves, que é muito bom jogador, apenas ressalvo que ele costuma dar uma sumida nos momentos decisivos. Mesmo assim, vale a pena lembrar, que o terceiro gol do Fluminense contra o São Paulo, foi de sua assistência. Outro bom jogador é Dario Conca, revelado pelo rival do Boca, River Plate. Jogador rápido e com muita habilidade, dribla bem, apenas peca um pouco na finalização, ao meu ver, todavia, será um jogador essencial para o Fluminense, principalmente em contra-ataques.

Por último, Washington, o Coração Valente. Estava a oito jogos sem marcar, mas quando era para decidir, decidiu, fazendo dois e importantes gols na vitória contra o São Paulo. De quebra, o Fluminense conta com Dodô, grande atacante, mas deve começar no banco

E uma coisa legal é que Renato Gaúcho não cometerá o mesmo erro que Mano Menezes cometeu no ano passado. Desta vez, Riquelme tende a ter marcação individual, e deve ser Arouca. O importante é Riquelme não agir com liberdade.

Boca pode ser o carrasco dos brasileiros, e não perde um mata-mata em Libertadores desde 1963, justamente na final contra o Santos de Pelé. Mas tabu foi feito para ser quebrado, e o Fluminense tem capacidade para isso. E a nós gremistas, cabe a torcida para Renato e Roger em rumo ao Bicampeonato da América, e conseqüentemente o título de Campeão do Mundo para os dois (sendo que para Renato, seria o segundo).

Ah! Uma boa notícia para o Fluminense. Quem elimina o SãoPaulo, costuma ter sorte no restante da Libertadores. Outro fator que pode motivar o Fluminense está nas palavras do goleiro e ídolo do Boca, Pato Abbondanzieri, que atualmente joga no Getafe, ou o fato de Riquelme dizer que o Boca está perto da final. Com certeza, será um jogão. 😉


Boca Juniors, o carrasco dos brasileiros

maio 27, 2008

Fluminense será mais um clube brasileiro que tentará a proeza de eliminar o Boca Juniors na Libertadores da América. O importante para o Fluminense é não ter medo, enfrentar o Boca de igual para igual. Se temer, o Boca abocanha. E time para eliminar os atuais campeões da Libertadores, o Fluminense tem. No entanto, o Boca tem uma grande vantagem. As estastíticas contra times brasileiros. Não é mole não…

03/09/1963 – Santos 3 X 2 Boca Juniors – São Paulo
11/09/1963 – Santos 2 X 1 Boca Juniors – Buenos Aires
Santos bicampeão da Libertadores

06/06/1977 – Cruzeiro 0 X 1 Boca Juniors – Buenos Aires
11/09/1977 – Cruzeiro 1 X 0 Boca Juniors – Belo Horizonte
14/09/1977 – Cruzeiro 0 X 0 Boca Juniors – Montevidéu
Nos pênaltis o Boca venceu por 5 a 4 e conquistou o título sua 1ª Libertadores

24/09/1978 – Atlético Mineiro 1 X 2 Boca Juniors – Belo Horizonte
05/10/1978 – Atlético Mineiro 1 X 3 Boca Juniors – Buenos Aires

17/04/1991 – Corinthians 1 X 3 Boca Juniors – Buenos Aires
24/04/1991 – Corinthians 1 X 1 Boca Juniors – São Paulo

01/05/1991 – Flamengo 2 X 1 Boca Juniors – Rio de Janeiro
08/05/1991 – Flamengo 0 X 3 Boca Juniors – Buenos Aires

09/03/1994 – Palmeiras 6 X 1 Boca Juniors – São Paulo
16/03/1994 – Cruzeiro 2 X 1 Boca Juniors – Buenos Aires
30/03/1994 – Palmeiras 1 X 2 Boca Juniors – Buenos Aires
06/04/1994 – Cruzeiro 2 X 1 Boca Juniors – Belo Horizonte

14/06/2000 – Palmeiras 2 X 2 Boca Juniors – Buenos Aires
21/06/2000 – Palmeiras 0 X 0 Boca Juniors – São Paulo
Nos pênaltis o Boca venceu por 4 a 2 e conquistou a sua 3ª Libertadores

23/05/2001 – Vasco da Gama 0 X 1 Boca Juniors – Rio de Janeiro
30/05/2001 – Vasco da Gama 0 X 3 Boca Juniors – Buenos Aires

07/06/2001 – Palmeiras 2 X 2 Boca Juniors – Buenos Aires
13/06/2001 – Palmeiras 2 X 2 Boca Juniors – São Paulo
Nos pênaltis o Boca venceu por 3 a 2 e se classificou para a final

24/04/2003 – Paysandu 1 X 0 Boca Juniors – Buenos Aires
15/05/2003 – Paysandu 2 X 4 Boca Juniors – Belém

25/06/2003 – Santos 0 X 2 Boca Juniors – Buenos Aires
02/07/2003 – Santos 1 X 3 Boca Juniors – São Paulo
Boca pentacampeão da Libertadores

20/05/2004 – São Caetano 0 X 0 Boca Juniors – São Caetano
25/05/2004 – São Caetano 1 X 1 Boca Juniors – Buenos Aires
Nos pênaltis o Boca venceu por 4 a 3 e avançou

13/06/2007 – Grêmio 0 X 3 Boca Juniors – Buenos Aires
20/06/2007 – Grêmio 0 X 2 Boca Juniors – Porto Alegre
Boca hexacampeão da Libertadores

30/04/2008 – Cruzeiro 1×2 Boca Juniors – Buenos Aires
07/05/2008 – Cruzeiro 1 X 2 Boca Juniors – Belo Horizonte

Foram 31 jogos

Vitórias do Boca Juniors: 15
Vitórias dos brasileiros: 8
Empates: 8 (em 4 delas houve decisão por pênaltis e sempre o Boca venceu)

Finais: Boca Juniors só perdeu uma vez para times brasileiros em finais de Libertadores, e foi o Santos de Pelé, em 1963. Em compensação, o Boca superou clubes brasileiros em finais de Libertadores em outras quatro oportunidades: Cruzeiro (1977), Palmeiras (2000), Santos (2003) e Grêmio (2007).

Isso sem citar outras competições, como a Copa Sul-Americana, em que o Internacional foi duas vezes eliminado pelo Boca, em 2004 e 2005, ou a Recopa Sul-Americana quando o Boca Juniors bateu o São Paulo. Mas é nessa mesma Copa Sul-Americana que o Fluminense pode se espelhar, pois no ano passado, o São Paulo eliminou o Boca Juniors da competição. O primeiro jogo em La Bombonera foi 2×1 para o Boca, mas o São Paulo venceu por 1×0 no Morumbi. Outra eliminação foi contra o Atlético Mineiro, na Copa Mercosul de 2000, nas quartas-de-final, quando o Atlético venceu os argentinos por 2×0 no Mineirão e conseguiu um empate de 2×2 em Buenos Aires. Mas quando se trata de Libertadores… Ihhhhhhhhhhhhhh!